Brasil bate recorde de pessoas ocupadas e mercado de trabalho segue aquecido
O Brasil alcançou 103 milhões de pessoas ocupadas em 2025, o maior número da série histórica da PNAD Contínua, iniciada em 2012. A taxa de desemprego no ano ficou em 5,6%, também no menor patamar da série anual.
Os dados mostram um mercado de trabalho mais aquecido e coincidem com uma agenda federal voltada à geração de emprego e renda, valorização do salário mínimo, qualificação profissional e inclusão produtiva.
No governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o salário mínimo passou para R$ 1.621 em 2026, dentro da política de valorização do piso nacional. Também seguem em execução programas de qualificação profissional e iniciativas como o Acredita no Primeiro Passo, que oferece capacitação, apoio à busca de emprego, empreendedorismo e acesso a microcrédito para inscritos no Cadastro Único.
Os números mais recentes também mostram continuidade desse cenário: no trimestre encerrado em julho de 2026, a taxa de desemprego ficou em 5,3%.
Para o SEAAC, o crescimento da ocupação é uma notícia importante, mas deve vir acompanhado de salários melhores, empregos formais, direitos, negociação coletiva e redução da jornada de trabalho.
Gerar emprego é fundamental. O próximo passo é garantir que esse emprego signifique também renda digna, proteção social e mais qualidade de vida para quem trabalha.



